By: Alexandre Cantini | November 09, 2017


Artigo originalmente publicado em espanhol no site do SLAD - Laboratorio de Herramientas de Software LIbre para Arte y Disegño, da Faculdad de Bellas Artes da Universidad Nacional de La Plata.

Para ler o artigo original, siga este link.

El mundo del Código Abierto se caracteriza por la multiplicidad de desarrollos. Para el caso de Linux, eso se evidencia desde el inicio con la enorme cantidad de sistemas operativos que la comunidad de usuarios dispone para utilizar en sus computadoras. Desde Brasil, el Profesor Alexandre Cantini Rezende (PUC-Rio) nos describe las características de Ubuntu - y su nueva versión -, y enuncia variados recursos libres para arte y diseño.

Fui desafiado pelo meu amigo, e colega professor, Claudio Medin, a falar sobre a versão 17.10, do sistema operacional Ubuntu - que, cumprindo sua agenda de lançamentos de novas versões a cada seis meses, foi disponibilizado para download no último dia 19 – para uma audiência de alunos de Design argentinos. Ele me prometeu enviar, se eu fosse bem-sucedido, uma caixa de alfajores legítimos (brincadeira, ele não me prometeu, mas #Fica_a_dica.).

A proposta é complicada, porque a intenção é chamar a atenção de alunos de Design para este sistema operacional. Acontece que o Ubuntu não é desenvolvido especificamente para profissionais de Design. Na verdade, à exceção do Ubuntu Studio , do brasileiro Avix e de alguma outra eventual distribuição Linux, que desconheço, via de regra as milhares de versões do Linux disponíveis se destinam ao público em geral; não a designeres.

Como, então, encher os olhos dos exigentes alunos de Design?

Este é um desafio que enfrento diariamente no curso que leciono, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, especialmente para uma plateia acostumada aos computadores streamlined da Apple. Tough call.

Meu objetivo não é “converter” os alunos às plataformas livres, cada um utiliza a ferramenta com a qual melhor se entende, mas mostrar que esses programas, tão pouco conhecidos em nosso meio, são extremamente eficientes e vão atendê-los em todas as suas necessidades acadêmicas e profissionais, tanto quanto os programas mais famosos, como os da Adobe e da Autodesk.

Para tanto, normalmente sigo o seguinte roteiro:

1. A filosofia que embasa o Movimento Software Livre1;

2. Os direitos fundamentais do usuário de software2, segundo Richard Stallman, sem os quais um programa não pode ser considerado, nem ostentar o título de, software livre: liberdade de utilizar o programa para o que bem entender, liberdade para estudar como funciona e adaptá-lo às suas necessidades, liberdade para distribui-lo e liberdade para aperfeiçoar o programa e distribuir seu aperfeiçoamento, em prol da comunidade;

3. A contribuição de Linus Torvalds: o desenvolvimento aberto e não hierarquizado3, e suas consequências: curva de desenvolvimento acentuada, maior estabilidade, maior segurança e os benefícios do Efeito Cauda Longa4;

4. Interface gráfica de algumas distribuições e de alguns programas, para que os alunos vejam que são modernas e atraentes, dois fatores importantes para os futuros designeres.

Esses quatro tópicos, no entanto, posso deixar para artigos futuros. Por ora, vou tratar da nova versão do Ubuntu.


O que é o Ubuntu

Ubuntu, nome inspirado na filosofia africana homônima5, é uma distribuição Linux desenvolvida pela empresa inglesa Canonical, distribuído livre e gratuitamente.

Trata-se de um sistema operacional moderno, eficiente e seguro, voltado ao usuário final. O estudo de seu desenvolvimento, especialmente se comparado a outros sistemas operacionais, e às demais distribuições Linux em particular, por si só é um interessante exercício aos alunos de Design, notadamente no que concerne ao Design Thinking e ao User Experience, pois o próprio conceito por trás de seu projeto original – seu briefing, por assim dizer – pode ser sintetizado em seu subtítulo: Linux for human beings. Seus princípios norteadores incluem: o direito de todo usuário de computador usar o sistema operacional, e seus programas, em sua língua nativa, o direito de todo usuário utilizar um computador independentemente de necessidades especiais, a facilidade de uso por qualquer pessoa, independentemente de conhecimento técnico, o prazer de se utilizar um computador com uma interface gráfica agradável, e por aí ia…

Como resultado, desde o primeiro boot com o pendrive de instalação, é possível instalar o sistema em aproximadamente 250 línguas e dialetos diferentes, inclusive línguas mortas, como Latim, experimentais, como Esperanto e ficcionais, como Klingon6. Se a língua escolhida for lida da direita para a esquerda, todo o sistema é girado ao longo do eixo vertical.

Imagem mostrando a língua Klingon disponível para tradução do sistema operacional.
Imagem retirada da lista de línguas disponíveis para serem usadas no Ubuntu.

Detalhes da instalação

A instalação do Ubuntu é super fácil e rápida. Com uma boa conexão à Internet, para baixar as atualizações e pacotes de tradução, leva-se entre cinco e dez minutos para completá-la.

O objetivo deste artigo não é descrever o processo de instalação, você pode consultá-lo aqui7, mas vale a pena esclarecer mais um detalhe: por uma questão de licença de uso, o Ubuntu apenas vem instalado com programas livres e gratuitos. Isso quer dizer nada de suporte para formatos mp3 e wma, ou ao Flash. Mas não tema, além de poder incluir a maior parte dos formatos restritos marcando-os para serem instalados junto ao sistema, na etapa representada na imagem a seguir, você pode inclui-los, e muitos outros formatos multimídia e compactadores após a instalação. Para facilitar, siga este tutorial de pós-instalação.

Marque a segunda opção para incluir formatos proprietários de arquivo na instalação do sistema.

Após a instalação, eis o aspecto do desktop de seu novo sistema operacional:

Imagem exibindo o aspecto do Ubuntu 17.10 logo após a instalação.
Aspecto do Ubuntu 17.10 logo após a instalação.

- LibreOffice: pacote de escritório completo, com editor de texto, planilha eletrônica, programa de apresentações, de desenho vetorial e de elaboração de expressões matemáticas avançadas;

Imagem exibindo três programas da suíte de escritório LibreOffice.
Três programas da suíte de escritório LibreOffice.

- Mozilla Firefox: navegador-web desenvolvido pela Mozilla Foundation;
- Mozilla Thunderbird: cliente de e-mail desenvolvido pela Mozilla Foundation;
- Rythmbox: programa para organização e reprodução de áudio, podcasts e sincronização com mp3 players;
- Totem: programa para reprodução de vídeo;
- Shotwell: programa para organização e exibição de imagens;
- Transmition: programa para download de arquivos da rede p2p torrent;
- Central de Programas: loja de aplicativos. Quase a totalidade dos programas disponíveis para download são livres e gratuitos, mas também há programas proprietários e, mesmo, pagos. Uma curiosidade da Central de Programas é que ela foi precursora das lojas correspondentes da Apple e do Android;

É preciso destacar que os programas que já vêm instalados por padrão, e acima listei apenas uma breve amostra, são escolhidos para atender ao usuário médio. Isso quer dizer que o usuário especializado, como o Designer, não é imediatamente atendido. Mas não se preocupe, os programas que listarei na seção seguinte são facilmente instaláveis pela Central de Prograamas8.


Finalmente: e o Design?

Anteriormente, mostrei o aspecto do Ubuntu 17.10 logo após a conclusão de sua instalação. Particularmente, não gosto nem do tema Ambiance, nem dos ícones Humanity, padrões do sistema. Uma das primeiras coisas que faço quando o instalo é alterá-los, normalmente para o tema Adapta e o conjunto de ícones Numix Circle
9.

Imagem exibindo a tela do Ubuntu 17.10 com o tema Adapta e os ícones Numix Circle.
O Ubuntu 17.10 com o tema Adapta e os ícones Numix Circle.

Uma das belezas das distribuições Linux é que você pode reconfigurá-la inteiramente. No meu caso, me limito ao tema, aos ícones e alguns poucos aspectos de seu funcionamento, mas há quem substitua toda interface gráfica. De fato, você pode instalar, sobre o mesmo Ubuntu, diferentes ambientes de desktop10 e simplesmente alterar entre eles quando fizer o login.

A interface gráfica, a partir do Ubuntu 17.10, é novamente o Gnome. Em seus primórdios, o Ubuntu já a utilizou, na época, ainda na família 2.x.

Imagem exibindo uma versão do Ubuntu ainda com a interface Gnome da família 2.x.
Uma versão do Ubuntu ainda com a interface Gnome da família 2.x.

Posteriormente, como parte de seu esforço para criar uma interface ubíqua para ser utilizada em desktops, televisores, tablets e celulares, desenvolveu uma interface própria, chamada Unity, que estreou em 2010, no Ubuntu 10.10.

Imagem exibindo o Ubuntu 16.04 com a interface Unity e, em uma pequena janela, o Ubuntu 17.10.
Ubuntu 16.04, com interface Unity. Na pequena janela, o Ubuntu 17.10, com interface Gnome, rodando em u'a máquina virtual. Consegue identificar as diferenças?
Ubuntu 16.04 com o Dash aberto. Este sistema de localização integrada de arquivos diversos e programas foi a grande contribuição do Unity, agora extinto.

Com o abandono das ambições telefônicas da Canonical, no início deste ano, o Ubuntu retorna ao Gnome, agora na família 3.x.

Se o Unity oferecia o Dash, o Gnome traz o menu Atividades, com função parecida: digite o que deseja no campo de busca e os programas e arquivos relacionados lhe serão exibidos.

Não vou entrar em detalhes sobre a interface do sistema, pois gostaria ainda de chamar atenção para os programas voltados ao Design.

Antes, no entanto, deixe-me destacar um interessante detalhe: algum de vocês possui tablet Wacom? Como foi instalá-lo no Windows? Teve que baixar os drivers da Internet ou do CD que o acompanha?

Pois bem, se prepare: os drivers da Wacom já vem instalados por padrão com o sistema. Conecte seu tablet e ele é reconhecido automaticamente. Como dizem os brasileiros: “dorme com esse barulho”!

Janela da Wacom, nas configurações do sistema, aguardando a conexão do dispositivo.
O sistema imediatamente reconhece minha Intuos quando a conecto.

E agora, os programas

Há um sem número de programas para o Design, muitos com qualidade profissional, outros em seus estágios iniciais de desenvolvimento, quase todos podem ser instalados pela interface gráfica da Central de Programas, e todos, sem exceção, podem ser instalados por comandos de texto no Terminal, alguns dos quais estão descritos neste link. Imagino que este blog tratará de, senão todos, boa parte dos programas que listarei. Eu próprio escreverei alguns artigos sobre o Scribus, programa para diagramação e arte-finalização.

Sendo assim, como este artigo já está muito longo, me limitarei a uma lista de imagens de suas interfaces gráficas, e o link para a correspondente página do desenvolvedor, na esperança de despertar sua curiosidade e deixá-lo ansioso para os artigos que virão.

Vale lembrar que há muitos outros programas em cada área de atuação do Design, então, os programas a seguir são apenas um recorte.

GIMP - GNU Image Manipulation Program:

GIMP: programa para manipulação de imagem e ilustração.
Krita: programa para ilustração e manipulação de imagem.
Darktable: programa para edição de imagens RAW.
Inkscape: programa de desenho vetorial.
Scribus: programa para diagramação e arte-finalização.
Booklet Imposer: programa para imposição de páginas de publicações.
Blender: programa para modelagem, sculpting, animação, desenvolvimento de jogos, composição e muito mais.
FreeCAD: programa paramétrico de modelagem.
Kdenlive: programa para edição de vídeo.
Natron: programa para composição de vídeos.
Ardour: editor, gravador e mixer de músicas para estúdios.

Notas:

1 - Free Software Foundation. What is free software. In.. Free Software Foundation, Sítio-web da fundação homônima. Disponível aqui. Acesso em outubro de 2017.

2 - O Sistema Operacional GNU. O que é software livre? In.. O Sistema Operacional GNU. Sítio-web da fundação responsável pela manutenção do sistema operacional GNU. Disponível aqui. Acesso em outubro de 2017.

3 - RAYMOND, Eric S. The Cathedral and the Bazar. In.. Eric S. Raymond's Home Page. Sítio-web pessoal do autor. 2000. Disponível aqui. Acesso em outubro de 2017.

4 - Uma breve descrição da relação do efeito cauda longa no ecossistema open source pode ser encontrado nesta entrevista com o autor Chris Anderson: ASAY, Matt. Open source and the Long Tail: An interview with Chris Anderson. In.. CNET Magazine. Sítio-web da revista de tecnologia da CBS Interactive Inc. 2008. Disponível aqui. Acesso em 29 de outubro de 2017.

5 - Leia sobre a filosofia ubuntu aqui, aqui e aqui.

6 - Confira as línguas disponíveis para instalação da versão 17.10 do Ubuntu neste link

7 - O tutorial é antigo, refere-se ao Ubuntu 14.10, mas pode ser seguido sem sustos, pois quase nada mudou. Apenas ignore a criação da partição de SWAP, que não é mais necessária. Irei atualizá-lo em breve, já tenho as capturas de tela necessárias.

8 - Apesar de se poder instalar todos os programas pela interface gráfica, muitos usuários de Ubuntu optam por utilizar comandos em texto, por ser mais rápido. Para instalar os programas listados a seguir por comandos de texto, use este tutorial.

9 - Para instruções de instalação de diferentes temas e conjuntos de ícones, você pode utilizar este tutorial. Só atente para o fato de que ele vale até o Ubuntu 17.04, com interface Unity, no que diz respeito ao Unity-tweak-tool. Para alterar entre os temas e ícones na interface Gnome, é preciso instalar a ferramenta Gnome-tweak-tool, seja pela Central de Programas, seja pelo Terminal, neste caso com o comando sudo apt install gnome-tweak-tool.

 10 - Para alguns exemplos de interfaces gráficas alternativas ao Gnome, e como instalá-las no Ubuntu, dê uma olhada neste artigo.

Category: Linux 

Tags: Ubuntu, Design, Software Livre 

By: Alexandre Cantini | February 14, 2017

Em 2013, Eduard Snowden revelou ao mundo a dimensão e o alcance da vigilância eletrônica realizada pelos Estados Unidos e seus aliados da iniquidade: Inglaterra, Nova Zelândia, Austrália e Canadá, responsáveis pela captura de TODAS as mensagens trocadas pela Internet, bem como a invasão de redes e computadores pessoais de autoridades do mundo, inclusive da presidência da República do Brasil e do nosso Ministro das Minas e Eneregia, na época, Edison Lobão, em claro esforço para obter informações privilegiadas em áreas estratégicas, particularmente o Pré Sal.


Além deste consórcio criminoso estatal, muitas empresas utilizam crackers para realizarem espionagem industrial. No Brasil, a arapongagem realizada pela Kroll para beneficiar a Telecom Brasil ficou famosa. Em que pese ter trazido à luz a podridão, inclusive, do judiciário carioca (veja aqui), deixa claro que ninguém, e nenhuma comunicação que trafegue pela rede, está a salvo de espionagem.


Mesmo que seu computador seja extremamente seguro e inacessível, suas mensagens não são, pois forçosamente trafegam pela Rede e, em trânsito, podem ser interceptadas. É nesta hora que a criptografia entra em cena: ainda que suas mensagens sensíveis sejam interceptadas, os crackers não conseguirão desembaralhá-las e ler seu conteúdo. Entra em cena o sistema PGP de criptografia livre.


PGP é um sistema de criptografia e assinatura digital de dados: documentos, mensagens, diretórios e partições de disco, que utiliza o padrão OpenPGP de chaves assimétricas: uma chave pública, compartilhada na Rede, e uma chave privada, na posse de seu proprietário. A chave pública é utilizada para que qualquer pessoa criptografe um objeto e o envie ao possuidor de seu par privado, o que permitirá que ele, e somente ele, realize a descriptografia.

É possível enviar a chave pública às pessoas com quem se deseja trocar mensagens criptografadas (nunca envie a chave privada), ou ascendê-las a servidores de chaves online, para que a disseminam no mundo, o que é importante para ajudar a criar uma rede global de usuários confiáveis.

Para além da criptografia, o sistema de chaves públicas também é interessante porque permite que as mensagens eletrônicas sejam assinadas digitalmente, de modo a que o destinatário possa ter certeza de que o remetente realmente é quem diz ser. Esse sistema é muitíssimo utilizado internacionalmente para certificar a autoria de documentos e de mensagens.


Se a criptografia protege o conteúdo, e o pseudônimo em um par de chaves pode proteger a identidade de seu autor, ainda assim a mensagem pode ser rastreada à origem. Para completar a segurança, portanto, é recomendável utilizar um sistema de navegação e tráfego de dados anonimizado, como a rede Tor, por exemplo. Para completar seu pacote de segurança, portanto, além de usar criptografia e assinatura digita lOpenPGP, o Snowden utiliza o sistema Linux Tails, a partir de um pendrive. Mas essa é outra história.


Para criar suas chaves PGP e começar a usar assinatura digital e criptografia de dados, acompanhe o novo tutorial do Guicolândia.


By: Alexandre Cantini | January 19, 2017

Um servidor-Web nada mais é que um computador dotado de programas que lhe permitem hospedar um site e, conectado à Internet, disponibilizá-lo para que outras pessoas, digitando um endereço-web, possam acessar seu conteúdo. Isso quer dizer que, em tese, qualquer computador pode hospedar um site e, conectado à Rede, permitir que outros o acessem.


Mas, por que alguém instalaria em servidor em sua própria casa?


Servidores para desenvolvimento - talvez, a resposta mais comum seja que alguém deseje desenvolver sites dinâmicos e aplicações-web em casa, antes de subi-los para um servidor profissional. Neste caso, basta instalar o LAMP – e se quiser, algum CMS - e começar a desenvolver.


Sites caseiros ou compartilhamento de serviços caseiros, como OwnCloud e PLEX, na rede - outra hipótese é utilizar o próprio computador, em casa ou no escritório, para disponibilizar um site na Rede, sem utilizar os serviços de um servidor profissional. Essa hipótese é mais complexa que a anterior, porque envolve uma série de outros passos, todos envolvendo a, e necessários à, abertura do IP da máquina para que seja visualizada na Rede: ferramentas de compartilhamento de IP, sincronismo de data e, no mínimo, um firewall.


Servidor profissional - ou o sujeito pode estar iniciando um servidor-web profissional. Aí a coisa fica realmente séria e, além das ferramentas citadas acima, todo um conjunto de sistemas de segurança e ferramentas adicionais têm que ser incluídas: criptografia, servidor de e-mail e correspondentes anti-spam, anti-spyware e antivírus, FTP e chat, interface-web de controle para administrador e clientes e muito mais. Dá trabalho, mas é factível.


Após alguns dias de experimentação, consegui compilar um conjunto de tutoriais, no estilo "copie e cole" os comandos, para a instalação de um servidor-web, com resolução de nome de domínio, em um Raspberry PI rodando o Ubuntu Server 16.04 e, de quebra, uma instalação do Wordpress com o módulo MutiSite habilitado.


É claro que, à exceção do modo de instalação do sistema no disco, todo o tutorial vale para qualquer sistema derivado do Ubuntu, rodando em um computador diferente do Raspberry PI, aqui utilizado por conveniência.


By: Alexandre Cantini | January 22, 2016

Redes sociais é um dos tópicos mais quentes do mundo digital. Enquanto Facebook, Twitter e Google+ capturam o maior market share, existe uma miríade de ferramentas para a criação de redes sociais personalizadas, para distribuição tanto em intranets quanto na Internet. A vantagem de se utilizar tais redes em ambientes educacionais ou profissionais é tirar o conteúdo nelas compartilhado do controle das grandes empresas.

A seção "Linux" do Guicolândia apresenta um conjunto de tutoriais de instalação de algumas redes sociais. Todas elas funcionam utilizando-se a infraestrutura LAMP, cuja instalação é requisito, e cujo tutorial para tal pode ser encontrado neste link.


Você poderá instalar:


Category: Linux 

Tags: Ubuntu, Linux, CMS, Redes Sociais, LAMP 

By: Alexandre Cantini | December 29, 2015

Nos últimos dias, vinha sofrendo com uma lentidão atroz na navegação. Estava a ponto de ligar para o provedor para saber o que se passava, quando resolvi verificar se não seria um problema do Firefox, até porque o teste de ping da Rede estava fornecendo resultados normais.


Após uma rápida pesquisa, descobri pequenas modificações nas configurações do programa que, implementadas, o deixaram praticamente instantâneo. Estas modificações estão disponíveis neste tutorial.

Category: Linux 

Tags: Tutorial, Firefox